Vinho e Mercado


Boa noite, gente!!

Esse ano de 2016 passou rápido, né?!?! De novo!!! Achou também? Mais um Natal se foi. Agora, começamos as preparações para ao Reveillon. E aí começa: O que vamos fazer?!?! Aonde?!?!?! Com quem?!?! O que vamos beber?!?!...Ou seja, como sempre, as mesmas dúvidas aparecem. Aí vem a máxima: Esse ano vai ser diferente!!! Muito engraçado!!!

Acho que é uma forma de buscar mudanças. Já começamos esse pensamento na semana final. Depois do Natal. Começam as reflexões. Isso é bom!! Demonstra a necessidade de tentar o algo novo. A busca pela renovação. Ao menos se pensa.

Por que estou escrevendo isso? Aí, entro no tema desse post em que intitulei "Vinho e Mercado". Certamente esse produto, que concordo plenamente quando chamam de "o líquido dos deuses", que, segundo os canais de comunicação atuais, apresenta um cenário interno promissor. Além de, no início da década de 2000, implementar normas sanitárias adequadas, sistemas de plantação e de produção que permitem alcançar um patamar de excelência de qualidade das uvas, consequentemente garantia de produção e elaboração de vinhos finos de alto nível (tintos, brancos e espumantes). Não deixa a desejar aos principais produtores estrangeiros que estamos acostumados a encontrar nos mercados e lojas especializadas. Que diga-se de passagem, cada vez mais novas lojas são abertas pelas principais regiões do país.

Logo, as reflexões que costumamos fazer para a nossa vida no novo ano que se apresenta, podemos transferir para o mercado do vinho. Se os produtores de vinhos do país vêm se adaptando as novas necessidades de seu consumidor interno, elaborando cada vez mais vinhos finos de qualidade, atraindo os consumidores por meio de eventos para apresentação dos seus produtos, ou até mesmo através de visitação de sua vinícola, percebeu que esse consumidor está aprendendo a beber vinhos melhores, opa!, beber não!!! degustar vinho, que demonstra estar interessado cada ver mais em se aprofundar sobre esse produto, em conhecer o vinho fino nacional, seus aromas, sabores, isto é, as características (DNA) desses vinhos finos, que há tempos, somos bombardeados por despejos de vinhos estrangeiros, muitas vezes, de baixa qualidade, por conta daquela famosa frase "Vinho importado é muito melhor que o brasileiro". Me arrisco a generalizar para todas as áreas de mercado, né?!? Tipo, "É brasileiro, não presta!!!".

É uma pena!! Mas, assim os produtores, seus representantes e varejo estão trabalhando as suas dúvidas. Se o consumidor interno está se aperfeiçoando, se interessando pelo vinho fino nacional de qualidade, como podem alcançá-lo, chegar até ele, para poder desfrutar do produto que se produz em nossas terras? Quem é esse consumidor? Como encontrá-lo? Como atraí-lo?

Um detalhe: O vinho fino nacional de qualidade já existe!! Tá mais fácil! Então, como se fazer, botar em prática as respostas as dúvidas que o mercado sempre apresenta para se poder alcançar um equilíbrio entre oferta X demanda? O que deverá ser feito de diferente?

Por isso, os players do setor vitivinícola estão se mobilizando através de eventos, como: seminários, publicações especializadas, cursos, degustações, feiras, palestras, que lhes permite buscar um contato direto com o consumidor para entender o que é preciso para conquistá-lo. Um dos exemplos disso, foi um Seminário que aconteceu no dia 18 de outubro de 2016, fazendo parte da Rio Wine Festival, que ocorreu de 18 a 23 daquele mês.

O Seminário (fotos abaixo) abordou o tema através de painéis de discussão sobre a posição do mercado interno, ações e cases que ilustraram a busca de soluções para alcançar o consumidor.

Portanto, de fato, as organizações estão atuando para transformar o nosso mercado de vinhos finos. Certamente, muito trabalho pela frente, mas o resultado será alcançado!! Se depender de mim.... Vamos com tudo!!

FELIZ NATAL!!

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